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Apoio a mulher empreendedora, mãe e dona de casa: uma iniciativa que pode transformar famílias.

Atualizado: 1 de jan.

Reflexão sobre o impacto do empreendedorismo feminino no futuro das famílias.

Introdução

Neste post trazemos algumas reflexões, para motivar o aporte de recursos financeiros, por parte de pessoas físicas e jurídicas, para apoiar iniciativas de mulheres que enfrentam dificuldades de acesso ao crédito formal para empreender. Entre as iniciativas que podem transformar a nossa sociedade, uma que sempre se destaca com grande força é impulsionar ações de apoio e de capacitação de mulheres para empreender. Em especial, ações para a geração de renda, nas quais mães e donas de casa, possam atuar de forma compartilhada com as atribuições familiares e do lar. Afinal, quando estas mulheres passam a gerar renda, não é apenas a vida delas que muda, mas todo o tecido familiar e, por consequência, a comunidade onde vivem.

O desafio do acesso

É curioso observar como, apesar de tantas conversas sobre empreendedorismo, o tema do empoderamento feminino nessa área ainda é pouco trabalhado. Muitas pessoas acreditam que não há interesse suficiente para iniciativas assim, mas a realidade é bem diferente. O que falta, na maioria dos casos, são oportunidades reais.

Principalmente quando pensamos no acesso ao crédito: há uma parcela enorme de mulheres que simplesmente não preenchem os requisitos para acessar o crédito formal. O sistema exige garantias ou histórico financeiro que muitas mães e donas de casa não têm. Não por falta de vontade ou capacidade, mas por questões estruturais que limitam o acesso dessas mulheres aos meios tradicionais para obter financiamentos para iniciar um empreendimento próprio.

 Muito além de "ajudar a começar"

Empreender não é apenas dar o primeiro passo. É preciso ir além: oferecer ferramentas, conhecimento, redes de apoio e, principalmente, acreditar que cada mulher tem potencial de inovar e prosperar. Apoiar e capacitar mulheres para empreender não é uma mera questão de incentivo inicial, pois trata-se de construir autonomia e criar pontes onde ideias se encontram e se tornam negócios sustentáveis, solidários e transformadores.

Projetos de apoio e capacitação devem contemplar orientação financeira, cursos de gestão, mentorias, e, sobretudo, espaços seguros onde mães e donas de casa possam compartilhar suas experiências, seus desafios, suas vitórias e ainda cumprir com as obrigações de cuidar e de formar outros cidadãos e cidadãs.

Transformação que começa dentro de casa

Quando uma mãe ou dona de casa empreende, ela está fazendo muito mais do que gerar renda. Está mostrando aos filhos, filhas e à família inteira que é possível buscar alternativas, superar obstáculos e reinventar o próprio destino.

O impacto vai além do aspecto financeiro: fortalece autoestima, promove independência e inspira futuras gerações. Além disso, negócios criados por mulheres costumam ser mais sensíveis às necessidades das comunidades, promovendo soluções inovadoras para problemas locais e gerando renda familiar.

 Por que insistir nesse caminho?

Porque apoiar e capacitar mulheres para empreender é reconhecer que existe um potencial gigantesco ainda subaproveitado, nestas pessoas que têm o poder de realizar muitas tarefas de forma simultânea. É apostar em mudanças concretas e duradouras.

Para quem pensa que não há interesse, vale o convite para ouvir as histórias de tantas mães e donas de casa que têm ideias de negócios, vontade e coragem, mas que, por falta de apoio, ainda não viram seus projetos ganharem vida. A transformação começa quando acreditamos na capacidade dessas mulheres e criamos espaços para que possam crescer e prosperar, como:

  • Facilitar o acesso ao crédito alternativo, como: microcrédito, financiamentos comunitários e parcerias com organizações sociais, para apoiar suas iniciativas.

  • Oferecer cursos práticos, integrando: gestão financeira, marketing digital e liderança, pois são áreas essenciais para quem busca empreender.

  • Criar redes de apoio, como: grupos de mulheres empreendedoras ou mentorias com profissionais especializadas, para trocar experiências e orientar em necessidades do dia a dia.

  • Valorizar histórias reais, como: divulgar resultados de empreendimentos apoiados e compartilhar relatos de mulheres que empreenderam para inspirar novas iniciativas.

Fonte: ASTAAG - Dona de Casa Empreendedora
Fonte: Gerada via Google Gemini (Dona de Casa Empreendedora)

Liberte-se de rótulos para compreender

Muito se comenta sobre a falta de interesse de algumas donas de casa ou mães para atuarem em empregos formais, e talvez você já tenha se deparado com citações na mídia do tipo: “não há candidatos para vagas de emprego” ou “são reflexos dos programas sociais” ou “tendências da geração nem-nem”, etc.

No entanto, é importante considerar que outras variáveis predizem o cenário, como: incompatibilidade de horários entre emprego, transportes e funcionamento da creche ou escola, pouca margem de ganho entre o valor do salário e da mensalidade da creche ou escola, necessidade de estar presente para acompanhar filhos(as) no percurso da creche ou escola, ilegalidade na permanência de crianças em casa sem o acompanhamento do responsável, exaustão familiar gerada pelo deslocamento entre residência, creche ou escola e emprego, em muitas situações este turno pode ser de até 4hs diárias (período 6hs-8hs e 18-20hs), entre outras.

Refletir sobre situações e variáveis relacionadas a sua infância e de seus familiares ou responsáveis, poderá auxiliar na compreensão e na interpretação do cenário posto.

Por onde começar?

Na ASTAAG, contribuir para empreender é mais do que apoiar um negócio: é abrir portas para novos horizontes. Acesse nossas iniciativas e contribua, para que essa ideia cresça, ganhe força e ajude a transformar vidas e realidades, através da força de mães e donas de casa que ousam sonhar diferente.

 
 
 

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